
Que ninguém se engane. O grande segredo do sucesso de “Smallville”, que está chegando ao seu final, depois de 10 temporadas, não é Tom Welling, não é Erica Durance, não é Michael Rosenbaum, nem qualquer outro ator ao longo de seus anos de exibição.
Também não são os roteiros, nem os bons, nem os doidos, como a história do episódio exibido na última sexta feira, 10.12 “Collateral”, que mostra o retorno de Chloe em uma aventura estilo Matrix (os irmãos Wachowski devem estar rolando de rir se viram o episódio).
O grande segredo da série é pura e simplesmente a magia do universo do Superman. É Clark Kent, é Lois Lane, é Lex Luthor, é a Liga da Justiça, Zod, e tantos outros personagens importados dos quadrinhos e da mitologia do herói. Uma história fantástica de um herói que é o icone, o exemplo de várias gerações que vieram e de várias outras que estão por vir. É nele que estão os olhos dos espectadores, ávidos para saberem como e quando Clark Kent finalmente sairá da casca e se tornará o herói que todos nos conhecemos.
Falando em olhos, olhar para os olhos azuis de Clark Kent e sua cara de cachorrinho pidão para Lois Lane e ver neles o amor que os quadrinhos não conseguem passar, talvez seja o tempero especial de uma série que trás não só a ação, mas a emoção do maior herói de todos os tempos.
É mágico olhar para a tela e ver que o Superman um dia foi humano. É mágico ver como o mito está se criando. É mágico ver como a série trouxe para o seu público a curiosidade e a intensidade da evolução de um personagem, desde o dia que caiu em uma espaçonave, criança, até o dia em que ele sairá tremulando sua capa aos céus do planeta Terra, naquela clássica cena final dos filmes com o saudoso Christopher Reeve. Aliás, aposto que a série termina em algo muito parecido com isso.
Também não são os roteiros, nem os bons, nem os doidos, como a história do episódio exibido na última sexta feira, 10.12 “Collateral”, que mostra o retorno de Chloe em uma aventura estilo Matrix (os irmãos Wachowski devem estar rolando de rir se viram o episódio).
O grande segredo da série é pura e simplesmente a magia do universo do Superman. É Clark Kent, é Lois Lane, é Lex Luthor, é a Liga da Justiça, Zod, e tantos outros personagens importados dos quadrinhos e da mitologia do herói. Uma história fantástica de um herói que é o icone, o exemplo de várias gerações que vieram e de várias outras que estão por vir. É nele que estão os olhos dos espectadores, ávidos para saberem como e quando Clark Kent finalmente sairá da casca e se tornará o herói que todos nos conhecemos.
Falando em olhos, olhar para os olhos azuis de Clark Kent e sua cara de cachorrinho pidão para Lois Lane e ver neles o amor que os quadrinhos não conseguem passar, talvez seja o tempero especial de uma série que trás não só a ação, mas a emoção do maior herói de todos os tempos.
É mágico olhar para a tela e ver que o Superman um dia foi humano. É mágico ver como o mito está se criando. É mágico ver como a série trouxe para o seu público a curiosidade e a intensidade da evolução de um personagem, desde o dia que caiu em uma espaçonave, criança, até o dia em que ele sairá tremulando sua capa aos céus do planeta Terra, naquela clássica cena final dos filmes com o saudoso Christopher Reeve. Aliás, aposto que a série termina em algo muito parecido com isso.
Ótima resenha. Embora não acompanhe a série, e não tenha noção da intensidade que o seriado passa, a partir de sua descrição minuciosa posso imaginar coisas boas. Estou seguindo.
ResponderExcluirMuito bom, você realmente sabe como compor um texto à agradar a leitura. Parabéns.
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